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AMAMENTAR É MUITO MAIS QUE UM ATO DE AMOR!

São Paulo - 10/10/2017

A Semana do Aleitamento Materno, realizada mundialmente no mês de agosto, tem contribuído para fomentar a conscientização sobre a importância da amamentação para a saúde do bebê.

A exposição na mídia e os projetos promovidos pelas instituições de saúde acerca do tema têm influenciado positivamente nas estatísticas. Hoje, o Brasil tornou-se referência mundial em Aleitamento Materno, segundo pesquisa publicada no portal do Ministério da Saúde. 

No Brasil, 41% das mães mantêm a amamentação exclusiva até os primeiros seis meses de vida do bebê, o dobro das taxas registradas nos Estados Unidos, Reino Unido e China. As informações fazem parte de estudo da revista britânica "The Lancet" e estão disponíveis no site do Governo Federal. Diante dos benefícios que o Aleitamento Materno traz tanto para a saúde do bebê quanto para a das mães, o obstetra Leonardo Mauri, Médico Supervisor do Departamento de Saúde da Mulher do Hospital Santa Marcelina de Itaquera, acredita que essa porcentagem deveria ser muito maior. “O leite materno é o melhor e mais completo alimento para os lactentes. As crianças que tomam outros tipos de fórmulas lácteas (leite) estão mais propensas a desenvolver alergias, problemas respiratórios, dentários, quadros infecciosos e o desenvolvimento de doenças crônicas”, alerta o médico.

Frente a essa realidade, a Rede de Saúde Santa Marcelina tem investido em várias iniciativas para estimular o Aleitamento Materno. Cada unidade tem buscado alternativas para conscientizar as mamães sobre a importância do Aleitamento Materno para os bebês. Em Itaquera, por exemplo, após a implantação do Programa Pele a Pele, a taxa de amamentação exclusiva (feita até os seis meses de idade) está entre 85 e 90% de todas as parturientes, com exceção dos casos especiais. “Estimulamos desde o primeiro momento a amamentação pelo contato pele a pele. Introduzimos recentemente o uso de um top feminino para facilitar esse contato.

Temos o alojamento conjunto, onde os bebês ficam 24 horas por dia ao lado da mãe, com amamentação em livre demanda, ou seja, o bebê mama na hora que desejar. Não temos a utilização de bicos artificiais em nossas enfermarias. A introdução de fórmulas lácteas como complemento ocorre após uma avaliação criteriosa feita pela equipe de Neonatologia", explica o Dr. Leonardo.

Fonte: Conexão Santa Marcelina

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